domingo, 27 de janeiro de 2013

Um sorriso diz muita coisa...

Exitem aqueles sorrisos que vem do fundo do coração, em que se escancara a boca e os dentes mostrados, junto com o brilho dos olhos revela a alegria que brota da alma.

Existem também os sorrisos forçados, em que não exsiste a alegria ou a vontade de sorrir, pelas circunstâncias da vida, mas, pela teimosia e vontade de agradar a tantos, esses sorrisos aparecem.E, com a timidez em mostrar os dentes, os lábios quase não abrem e os olhos denunciam a tristeza que está no coração, pois estão fixados no chão e não quase sempre não tem brilho algum, exceto quando brotam lágrimas, aí este é o sorriso triste.

Tem também o sorriso vazio, destes que os lábios arreganham com vontade, mas, cadê os dentes???

Sorriso sem graça, desconfiado,fingido e tantos outros que podem ser usados para expressar o que temos dentro de nós, guardado lá no fundo da alma.
Interessante essa conexão entre o que se sente e o sorriso que se exibe.

Abs.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

O Cuidado com a estética.

Pelo Facebook, conversei com uma colega que estava espantada com o sorriso de um cantor que dava entrevista na TV. Segundo ela, a dentadura dele estava muito estranha e a boca dele não fechava.Realmente eu assisti a uma aparição sua na TV dias atrás e notei algo estranho nele. Mas, não sei se eram os dentes.
Na verdade, tem muita gente aparecendo com dentes estranhos ultimante, principalmente os artistas.Vejo sorrisos branquinhos, certinhos, com dentes bem posicionados. Lindos de se ver! Mas, também, entre os acima de 50 anos, muita coisa fora de padrão.Tinha um ator da série Carga Pesada (Stênio Garcia), que apareceu outro dia com a dentaria em evidência. Estava com uma prótese nova que olhando para ele, a gente via primeiro os dentes, depois o resto!
Enfim, em tempos de "Snap on smile"( perucas odontológicas), facetas de porcelana, dentaduras sobre implantes, a procura pela melhoria do sorriso aumentou e muito nos consultórios odontológicos,mas, para a coisa ficar natural, é preciso, se respeitar as mudanças que a natureza provoca.
Com o decorrer dos anos, os dentes sofrem desgaste natural,amarelam, os lábios murcham, a pele do rosto cai e outras coisas também. Então, a correção deve seguir essas mudanças que o processo de envelhecimento provoca. Os dentes a serem colocados, devem ser da cor dos remanescentes e tamanho igual, se for dentadura, uma cor mais compatível com cor de pele, etc.
No último de faculdade, a primeira dentadura que fiz ficou uma porcaria. A paciente queria de todo jeito dentes branquinhos. Ela insistia que fossem bem clarinhos, embora fosse uma senhora de seus quase 70 anos e de pele clara. Chamei o professor para "resolver a parada", mas, nem ele conseguiu mudar a opinião da senhorinha.Ah, pra piorar a situação, ela queria dentes pequenininhos!
Lá fui eu fazer a prótese, chateado porque meus colegas faziam as montagens dos seus trabalhos com dentes de cores naturais e sempre me perguntavam por que os que usava eram tão brancos! E eu de "saco cheio" de responder sempre a mesma coisa: "a paciente pediu assim".
No dia de entregar, lá fui eu com prótese num saquinho. Sento a dona na cadeira, coloco o par de próteses, que além de ter ficado com uma estética horrorosa, ainda por cima provocava ânsia de vômito na paciente e o pior, não segurava na boca. O professor veio, olhou, me orientou nos ajustes, deu a nota e eu liberei a paciente dizendo que ela se acostumaria com questão de tempo. Ela saiu da clínica sem poder abrir a boca pra prótese não sair "voando" até o chão, babando igual boi velho e tendo ânsia de vômito...
A partir daquele momento, decidi que não faria mais dentaduras, mas, me enganei e fiz várias nestes quase 16 anos de vida profissional. Mas, aprendi uma lição: para se conseguir trabalhos de prótese com boa estética, temos que levar em conta vários fatores e nem sempre seguir o gosto do cliente, pois, corremos o risco do camarada fazer papel ridículo com seus conhecidos e o pior: ele vai dizer o nome de quem fez.

Abs.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Os Riscos do clareamento dental sem acompanhamento profissional.

Basta uma busca na internet e aparecem inúmeros anúncios sobre produtos de clareamento dental caseiro sem sair de casa e sem precisar ir ao dentista. Uma "mão na roda" pra quer dar uma melhorada no sorriso e não quer gastar muito e "perder tempo" com visitas ao profissional!
Porém, essa economia envolve alguns riscos que não são observados e no final, o consumidor acaba tendo alguns problemas por fazer o procedimento sem consultar o dentista antes. Veja alguns deles:
1- PRODUTO NÃO COMPATÍVEL: Para se iniciar o clareamento, é necessário uma consulta de avaliação odontológica, onde se examina, a condição dos dentes, gengivas, e outras estruturas da boca, pois, dentes com tártaros, cáries, retrações gengivais, gengivas sangrantes, não devem passar por clareamento sem antes serem tratados, pois, podem apresentar grande sensibilidade e irritação gengival. Alguns pacientes podem ter que usar produtos de clareamento com concentrações diferentes, dependendo de seu estado bucal. Em caso de clareamento por conta própria, essas condições são negligenciadas e há risco de danos às gengivas e dentes.
2- NÃO EFICÁCIA: Como se compra um produto por internet, corre-se o risco de não adquirir o produto correto e não obter resultados.
3-CLAREAMENTO EXCESSIVO: Por ser feito sem acompanhamento, corre-se o risco de se clarear além do limite e se obter um aspecto artificial na estética.
4- RISCO DE INTOXICAÇÃO: Pelo uso em excesso na moldeira, a deglutição do produto, pode provocar problemas gástricos e/ou intoxicação e alergias.

Esses são apenas alguns efeitos colaterais do tratamento sem acompanhamento. O correto é ir ao profissional que vai avaliar e tratar e limpar os dentes antes de clarear. Ele vai selecionar o produto adequado ao paciente, na concentração correta e orientar quanto ao período de uso, além de fazer o controle durante o tratamento, orientando e sanando dúvidas. Além disso, qualquer sensibilidade que possa surgir, ele saberá intervir para solucionar o problema. Portanto, evite se arriscar na intenção de "cortar caminho" e faça seu clareamento com um dentista, afinal, ele foi capacitado para cuidar muito bem de seu sorriso. Deixe de lado a   "Economia porca" e evite os "milagres" da internet.


Abs.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Tratamento de câncer e saúde bucal.

Diante da severidade de uma doença como o câncer e dos tratamentos a que o paciente terá que se submeter, pode ocorrer o esquecimento do cuidado com a saúde bucal e visitas ao dentista.
Os tratamentos de quimioterapia e radioterapia, trazem incômodos diversos efeitos colaterais nesses pacientes, inclusive com várias manifestações bucais entre elas:
1- Mucosite: feridas dolorosas que provocam dificuldade de alimentação e fala e atingem 90% dos pacientes em tratamento.
2-Xerostomia: falta de saliva, que ocasiona a boca seca.
3-Candidíase: infecção fúngica denominada popularmente de "sapinho".
4-Osteorradionecrose: Necrose nos ossos maxilares após a radioterapia.
5-Plaquetopenia: baixa no número de plaquetas sanguineas que causam sangramentos espontâneos nas gengivas e após a escovação.
6-Infecções oportunistas: causadas por vírus, fungos e bactérias que se beneficiam da condição de baixa imunidade.
7-Diguesia: perda de paladar.
8- Queilite angular: inflamação nos cantos da boca .

As vistas ao dentista antes e durante o tratamento de cânceres  controlam o progresso dessas manifestações bucais e até podem prevenir seu aparecimento, pois, o dentista poderá analisar e indicar o tratamento adequado para cada uma delas.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Abscessos


Um abscesso é o acúmulo de pus em uma cavidade formada devido a processo inflamatório ocorrido em algum órgão ou cavidade do corpo. Ele é uma resposta do organismo a uma infecção e não pode ser negligenciado pois pode levar a sérias complicações ou até mesmo à morte.
Um abscesso que ocorre na boca, pode ser devido à uma evolução da cárie dentária, ou inflamação gengival e das estruturas que sustentam os dentes ( periodonto).
Na presença de um abcesso, não é recomendada a automedicação com antibióticos, pois, podem criar grande resistência por parte das bactérias causadoras da infecção, e além disso, cada antibiótico se destina a combater determinadas bactérias e eles tem a sua dosagem indicada para cada caso, o que será determinado pelo dentista ou médico. A automedicação de todos os tipo é condenável!
Para tratar o abscesso, o dentista irá avaliar, indicando o antibiótico específico e poderá optar pela drenagem. Após um período de pelo menos sete dias, poderá se intervir para remover a causa do abcesso (remoção do dente, abertura para tratamento de canal, etc.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Feliz ano novo!

Desejo a todos os seguidores e vistantes do Blog, um ano de Novo de muitas realizações, felicidades e renovação das esperanças.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Uso de Ozônio na Odontologia.

Para quem não sabe, o ozônio já tem uso medicinal há alguns anos e na Espanha, a ozonioterapia já é reconhecida e foi liberada em todo o território para tratar várias doenças. Em Cuba, 39 hospitais incluem o gás em seus procedimentos de rotina com bons resultados. Rússia, Egito e Alemanha, também aderiram ao uso do gás, sendo este último país o berço da técnica.
No Brasil, os níveis de resistência ainda são bastante visíveis.
O ozônio medicinal conta de 95% de oxigênio, contra 5% de ozônio, nesta concentração ele é um potente bactericida e cicatrizante natural.
Leia o resumo da técnica:

1- um gerador adequado recebe o oxigênio e libera o gás ozônio para o êmbolo de uma seringa acoplada a uma mangueira. Com a seringa processa-se a lavagem da região afetada por lesões.O gás é veiculado por meio de água, e em altas concentrações. Essas aplicações podem durar dias, semanas ou meses.
2-Depois da ação bactericida do ozônio na boca do paciente, por meio de água, vem a segunda etapa do tratamento.
3-A nova fase se caracteriza pela aplicação do ozônio na cavidade bucal por meio de um óleo ( azeite de oliva). Essa operação se dá de maneira mais lenta e em baixa concentração.
4-O óleo como é mais viscoso que a água, segura o efeito bactericida e cicatrizante do gás por um período maior de tempo.
5- Nessa fase, com o ozônio no óleo e em baixa concentração, que se inicia o processo de cicatrização da parte necrosada da boca ou de uma simples ferida ocasionada por extrações dentárias ou radioterapias, por exemplo.

No Hospital Universitário de Brasília ( HUB), o professor de anestesia e cirurgia odontológica Sérgio Bruzadelli, se dedica a tratar pacientes enviados ao setor por hospitais da rede pública, todos, com boa resposta ao tratamento.

Fonte: Jornal Estado de Minas.